Devido ao surgimento do coronavírus, a maioria dos países ricos adotaram barreiras sanitárias para controlar a entrada de estrangeiros em seu território, impondo diversos tipos de exigências para os cidadãos dos países permitidos, ou mesmo a proibição para a entrada de pessoas de alguns países, os quais foram classificados como de alto risco.
Contudo, a pandemia obrigou não só os países ricos a levantar barreiras sanitárias, mas também o fechamento de fronteiras, que aconteceu na maioria dos países do planeta. Agora, com o fim da pandemia, alguns países já derrubaram na sua totalidade, suas restrições fronteiriças para a entrada de turistas, como os Estados Unidos e alguns países da Europa, como a França, Alemanha, Inglaterra e Espanha.
Atualmente, a maioria dos países não exigem mais que os estrangeiros apresentem comprovantes sanitários para entrarem nossos seus territórios. Até porque a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretou o fim global da pandemia. Logo, não é necessário que os países façam ainda as mesmas exigências sanitárias e restrições que foram adotadas durante a pandemia.
Não obstante, a tendência é que mesmo após a pandemia, algumas das novas exigências permaneçam em muitos países, para limitar a entrada de estrangeiros em seus territórios. Os problemas causados pelo coronavírus fez surgir um novo tipo de xenofobismo no contexto internacional, o epidemiológico, que pode ser caracterizado pelas novas exigências impostas por diversos países para conter, limitar ou proibir a entrada de estrangeiros em seus territórios.
O medo do surgimento de novos eventos epidemiológicos, como o atual do coronavírus, pode trazer retrocessos no campo da liberdade de circulação de cidadãos entre países, devido ao aumento de restrições que estão sendo adotadas por muitos países. Enfim, tais medidas restritivas vão limitar, e, por conseguinte, podem reduzir a circulação de pessoas em todo o planeta.
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